Um ano depois de perder Preta Gil, Francisco Gil voltou a falar sobre os momentos finais ao lado da mãe. No segundo episódio da série documental Meu Nome é Preta, lançado nesta segunda-feira (27/7), o cantor abriu o coração recordando como foi aquela última noite.
A proximidade entre mãe e filho
Em conversa com o pai, Otávio Muller, Francisco descreveu a relação afetiva que mantinha com Preta Gil: “Ela foi essa mãe extremamente afetiva, de maneira física mesmo. Beijar, abraçar, ficar agarrada mesmo”. O cantor ressaltou que esse costume de proximidade física era constante na relação dos dois, especialmente nos últimos anos de vida da artista.
A noite derradeira
Francisco não hesitou em dividir um detalhe particularmente emocionante: “A gente dormiu junto muitas vezes nos últimos anos. Inclusive a última noite dela”. O relato, feito na série documental que homenageia a trajetória de Preta Gil, traz à tona a intimidade e o carinho que caracterizaram a relação entre os dois.
Preta Gil faleceu em 20 de julho de 2025, aos 50 anos, em Nova York, onde se tratava de um câncer no intestino. A série Meu Nome é Preta, que traz depoimentos de pessoas próximas à artista, surge como espaço para celebrar sua memória e o legado que deixou para a família e para a música brasileira.
Uma homenagem documentada
O lançamento do segundo episódio marca mais um momento em que a família de Preta Gil escolhe compartilhar aspectos da vida privada da cantora. Através desses relatos pessoais, Francisco e outros próximos buscam manter viva a memória de uma mulher que marcou gerações não apenas como artista, mas como mãe dedicada e afetiva.
Fonte: Portal Leo Dias