Eliana emocionou o público ao relembrar a morte do pai, José Bezerra, durante uma participação no Saia Justa, do GNT, exibido na quarta-feira (29 de julho). A apresentadora falou sobre os últimos anos ao lado dele, o cuidado que ofereceu até o fim da vida e como ainda sente a presença dele no cotidiano, mesmo após a perda.
A morte de José Bezerra e os anos de cuidado
José Bezerra morreu em março de 2024, aos 92 anos, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) no ano anterior. Desde então, ele morava com Eliana, que acompanhou de perto todos os cuidados até os últimos dias de vida. A apresentadora ressaltou o quanto foi importante viver esse período ao lado do pai.
“É o terceiro ano que eu tô sem meu pai. Eu cuidei dele até o final da vida dele, aos 92 anos. Eu sou grata por ter vivido com ele, muito”, afirmou Eliana durante o programa, conforme publicado pela Metrópoles.
A presença que permanece
O que mais chamou atenção no depoimento de Eliana foi a forma como ela transformou o luto. A apresentadora revelou que nunca esperava sentir o pai tão próximo após sua morte. “Mas é curioso, porque eu nunca imaginei que, quando ele partisse, ele estivesse comigo todos os dias”, completou.
As lembranças do pai surgem de forma espontânea no dia a dia de Eliana, e essas recordações transformaram a maneira como ela lida com a perda. Em vez de focar apenas na tristeza, a apresentadora conseguiu ressignificar o luto, encontrando alegria nas memórias compartilhadas com José Bezerra.
Uma perspectiva diferente sobre o luto
O depoimento de Eliana traz uma reflexão importante sobre como lidar com a morte de pessoas queridas. Ao falar sobre seu pai como “feliz” e não apenas como algo triste, a apresentadora mostrou que é possível encontrar paz e gratidão mesmo após uma perda significativa. O cuidado que ofereceu durante os últimos anos de vida de José Bezerra deixou um legado de amor que continua presente em seu cotidiano.
A participação de Eliana no Saia Justa tocou muitos espectadores, gerando reações nas redes sociais. O momento ressaltou como a apresentadora encontrou, na memória do pai, uma forma de mantê-lo vivo em sua vida.