Catherine Zeta-Jones fala sobre autobiografia de Michael Douglas
Catherine Zeta-Jones se manifestou publicamente sobre a autobiografia do marido, Michael Douglas, lançada recentemente sob o título Uma Baita Jornada. Em entrevista ao E! News, repercutida pelo Hugo Gloss, a atriz revelou que ainda não teve tempo de ler o livro, mas não demonstra preocupação com as histórias que vieram à tona.
“Eu não li o livro. Literalmente, só recebi meu exemplar ontem, quando ele foi lançado”, contou Catherine. Mesmo sem conhecer o conteúdo completo, ela afirmou que pretende ler assim que tiver um momento livre, mas garantiu não estar surpresa com as revelações que circularam na imprensa: “Olha, meu marido teve uma carreira incrível e cheia de histórias. Ele deu ao livro o título de Uma Baita Jornada, então acho que você precisa ter isso em mente ao lê-lo. É o que vou fazer quando ler meu exemplar”.
Reações às revelações e rotina do casal
Questionada se alguma das histórias repercutidas havia causado surpresa, Catherine foi direta: “Não”. Segundo ela, a tranquilidade diante das revelações vem da longa história do casal, que está junto há quase três décadas. “Ele está escrevendo o livro há bastante tempo. Durante esses últimos anos, estive trabalhando em Wandinha e Kill Jackie, e fico feliz por ele. É um grande legado”, comentou, referindo-se aos projetos profissionais que também ajudaram a adiar a leitura da autobiografia.
O casal, que tem dois filhos – Dylan, de 26 anos, e Carys, de 23 –, construiu uma relação sólida baseada em respeito e senso de humor. “Ser gentis um com o outro. E temos um senso de humor muito parecido, ácido e sarcástico. Em qualquer situação em que você se encontre ao longo de 28 anos, considerando que ficamos juntos por dois anos antes de nos casarmos, é preciso encontrar humor nas coisas. Talvez não seja engraçado naquele momento, mas você precisa olhar para trás e pensar: ‘Agora você tem que rir disso, lembra quando aquilo aconteceu?’”, explicou a atriz.
Vida pessoal e profissional equilibradas
Catherine também destacou a importância de respeitar a individualidade e a carreira de cada um para a longevidade do relacionamento. Ela citou sua participação em Kill Jackie – série em que interpreta uma ex-traficante de drogas –, que exige períodos longe de casa, mas ressaltou que o casal sempre encontra maneiras de se reconectar. “Ele não gosta de nada mais do que ver a alegria que atuar me proporciona. Não quero ficar sete meses longe dele, indo e voltando, mas fazemos dar certo. Sempre encontramos momentos e fins de semana prolongados para nos reconectarmos e, depois, cada um segue seu caminho”, afirmou.
O que Michael Douglas revelou em sua autobiografia
No livro Uma Baita Jornada, Michael Douglas compartilha episódios marcantes de sua trajetória pessoal e profissional. Um dos relatos que ganhou destaque foi o caso com a atriz Jeanne Tripplehorn durante as gravações de Instinto Selvagem (1992). Na época, Douglas ainda era casado com Diandra Luker, embora o casal estivesse separado. O ator narra que, enquanto o público especulava sobre um possível romance com Sharon Stone, ele se envolvia com Jeanne, intérprete da psicóloga policial Beth Garner.
Douglas detalha que os dois precisaram esconder o relacionamento do elenco e da equipe, aproveitando momentos longe do set para se conhecerem melhor. “Me apaixonei perdidamente por Jeanne, apesar da nossa diferença de idade de quase 20 anos. Com Jeanne, a paixão que vocês veem na tela reflete a paixão genuína do nosso breve caso”, escreveu o ator, segundo trecho divulgado pela revista People e mencionado pelo Hugo Gloss.
Casamento longe dos holofotes
Apesar das situações delicadas do passado, Catherine Zeta-Jones mantém postura serena e madura diante das revelações do marido. O casal, junto desde o início dos anos 2000, segue encontrando formas de equilibrar vida pessoal e profissional, sem deixar que histórias do passado abalem a relação construída ao longo dos anos. Para Catherine, a chave está em respeito mútuo, humor e companheirismo, mesmo diante das demandas de carreiras intensas e dos olhares atentos da mídia.
Fonte: Hugo Gloss