Uma família grande com caminhos diversos
Fábio Jr. construiu ao longo das décadas uma das carreiras mais sólidas da música brasileira. Mas se no palco ele consolidou seu legado, na vida pessoal o cantor também deixou sua marca ao formar uma família numerosa. O artista é pai de cinco filhos — Cleo Pires, Tainá Galvão, Krízia Galvão, Fiuk e Záion — frutos de três relacionamentos diferentes. E diferentemente do que se poderia esperar, nem todos os herdeiros seguiram os passos do pai no showbiz.
Segundo matéria publicada pela CARAS Brasil, alguns filhos abraçaram a vida artística, enquanto outros escolheram carreiras completamente diferentes, longe dos holofotes.
Cleo Pires: a herdeira que também virou celebridade
A filha mais velha de Fábio Jr. é Cleo Pires, nascida em 1982, fruto do relacionamento do cantor com a atriz Gloria Pires. Seguindo os passos de ambos os pais, Cleo construiu carreira sólida como atriz e cantora, tornando-se um dos principais nomes da família no meio artístico.
A trajetória televisiva de Cleo inclui protagonismo em novelas de peso da TV Globo. Entre os destaques estão América, Caminho das Índias, Salve Jorge e O Tempo Não Para. No cinema, participou de filmes como Meu Nome Não É Johnny, Lula, o Filho do Brasil e Qualquer Gato Vira-Lata. Diferentemente de alguns irmãos, Cleo mantém uma carreira equilibrada entre as duas frentes artísticas.
Tainá Galvão: a músico da segunda geração
Tainá Galvão é a primeira filha de Fábio Jr. com a artista plástica Cristina Karthalian. Assim como o pai e o irmão Fiuk, Tainá escolheu a música como profissão. A cantora já lançou trabalhos próprios e mantém uma carreira ligada ao meio musical.
Antes de se dedicar integralmente à música, Tainá experimentou diferentes caminhos acadêmicos, cursando Psicologia, Direito, Publicidade, Gastronomia e Design de Interiores. A herdeira participou de projetos musicais ao lado do pai e, em 2016, lançou um EP com composições próprias e releituras.
Fiuk: da TV ao reality show, e depois questionamentos pessoais
Filipe Galvão, conhecido artisticamente como Fiuk, é o terceiro filho de Fábio Jr. com Cristina. Ele atua como cantor e ator, ganhando destaque na televisão através de novelas da Globo como Malhação ID e A Força do Querer. Em 2021, participou do Big Brother Brasil, chegando à final e terminando em terceiro lugar.
Porém, a trajetória de Fiuk tomou rumos inesperados em 2026. O cantor expôs dificuldades financeiras nas redes sociais, precisando vender parte de sua coleção de carros e passando a realizar trabalhos publicitários. Desde então, o artista tem falado abertamente sobre saúde mental em seus canais oficiais.
Krízia Galvão: a que escolheu ficar longe dos holofotes
Também filha de Fábio e Cristina Karthalian, Krízia Galvão decidiu trilhar uma trajetória radicalmente diferente. A veterinária é especializada no cuidado de cavalos e mantém uma vida discreta, longe dos holofotes e da carreira artística.
Apesar de ser filha de um dos grandes nomes da música brasileira, Krízia raramente aparece na mídia. Nas redes sociais, costuma compartilhar registros ligados à rotina profissional com os animais, mantendo uma postura afastada do mundo do entretenimento.
Záion: o caçula fora das câmeras
O caçula da família é Záion, filho de Fábio Jr. com a modelo e atriz Mari Alexandre. Nascido em 2009, ele é o único filho do cantor desse relacionamento, que terminou em 2010. Por ser menor de idade, Záion se mantém afastado dos holofotes em relação aos irmãos artistas.
Legados diferentes, mas conectados
O que chama atenção na história dos cinco filhos de Fábio Jr. é justamente a diversidade de escolhas. Enquanto Cleo consolidou carreira dupla como atriz e cantora, Tainá e Fiuk seguem na música, e Krízia optou por profissão completamente desvinculada da indústria do entretenimento. Záion, por sua vez, ainda está em fase de formação.
A família de Fábio Jr. reflete uma realidade comum entre filhos de celebridades: nem sempre o talento artístico é herdado, e nem sempre aqueles que o possuem desejam seguir o mesmo caminho. O cantor, ao longo dos anos, demonstrou respeito pelas escolhas individuais de cada filho, permitindo que cada um construísse sua própria identidade profissional.