Wagner Moura aproveitou a divulgação de seu novo filme para a Netflix, A Última Casa, que estreia nesta sexta-feira (7), para falar sobre a vida pessoal e celebrar um marco importante na trajetória de seu filho mais velho. Em conversa com a imprensa norte-americana, o ator de 50 anos revelou admiração pela estreia do filho Bem, de 20 anos, como ator profissional no Brasil.
Bem faz seu primeiro filme como ator
Bem Moura está atuando em Elizabeth Costello, longa-metragem dirigido por Monique Gardenberg. Wagner contou como o processo seletivo aconteceu: “Foi um diretor que disse: ‘Acho que o Bem consegue fazer isso’. Ele fez o teste, conseguiu o papel e está fazendo este filme”, revelou, claramente orgulhoso. O ator não escondeu a satisfação com a conquista do filho: “Ele conseguiu” — a frase resume bem a celebração do pai.
O jovem Bem, segundo o ator, estuda cinema e tem interesse em dirigir e escrever, mas agora está dando seus primeiros passos também como intérprete. Wagner esclareceu que seu filho “está atuando em um filme agora no Brasil”, confirmando que a produção é uma realidade em andamento.
Pai nem sempre quer que filhos sigam carreira artística
Apesar de trabalhar em Hollywood e ser uma figura consolidada na indústria audiovisual, Wagner Moura deixou claro que não força nenhum de seus três filhos — Bem (20), Salvador (16) e José (13) — a seguir seus passos profissionais. “Eu quero que eles sejam o que quiserem ser. Então, se quiserem ser artistas ou atores, vou apoiá-los”, assegurou durante a entrevista.
A postura reflete a visão do ator sobre paternidade e liberdade de escolha. Durante a mesma conversa, Wagner também abordou suas experiências recentes no cinema, mencionando que trabalhar ao lado da atriz Greta Lee em A Última Casa foi enriquecedor.
‘A Última Casa’ e a temática familiar
Na Netflix, o filme que marca a volta de Wagner à plataforma de streaming coloca seu personagem em uma situação extrema: ele e Greta Lee (43) interpretam um casal confinado à própria casa com os filhos por uma força misteriosa. O ator aprofundou a interpretação conectando-a com sua vida real como pai.
“Greta é uma atriz incrível. Uma coisa que nos conectou, eu acho, foi o fato de sermos pais. O amor pelos filhos e a vontade de fazer tudo o que for possível para cuidar deles é algo que ambos temos muito em comum”, contou. Além disso, ressaltou a importância do humor na narrativa: “Uma coisa que eu realmente gosto nesse casal [do filme] é o senso de humor deles… esse senso de humor é, na verdade, uma das coisas mais importantes em um casamento, em um relacionamento”.
Wagner segue casado há 25 anos com a jornalista Sandra Delgado (49), e parece traduzir essa experiência conjugal e familiar em suas escolhas de personagens no cinema.